Do outro lado da galeria

A galeria chega a um arco imponente, e assim que você o atravessa, sente a súbita quietude. A perseguição cessa, mas não a tensão em seu corpo. O vento forte que sopra neste novo ambiente traz arrepios, cortante como lâminas de gelo. Você avança cautelosamente por alguns metros, até chegar à beira de um precipício que parece não ter fim. O abismo diante de você é uma neblina escura e impenetrável, e o som do vento o envolve de maneira inquietante.

Bem no centro da vasta fenda, há uma ponte extremamente estreita, feita de gelo transparente e sem guarda-reios. Ela conecta o penhasco ao outro lado, mas a vista lhe diz que a travessia será perigosa.

Alternativamente, você nota uma formação rochosa ao longo da lateral do abismo, permitindo uma possível escalada horizontal até o outro lado, embora o risco de queda também seja grande.